07/11/2013

World's worst pollution hazards report focuses on 10 most polluted places | Green Cross

Green Cross Switzerland in cooperation with the US-based Blacksmith Institute has issued its annual report on the world's worst pollution problems, focusing in 2013 on the planet’s 10 most polluted places. These 10 sites are spread over eight countries.
Top 10 polluted places 2013, Green Cross, Blacksmith
The latest report shows that the health effects caused by environmental toxins can be equated to some of the most dangerous illnesses worldwide and even surpass them, threatening millions of lives. The World Health Organization estimates that 20% of deaths in developing countries are directly caused by environmental effects. It is also believed that almost one-fifth of cancer diseases worldwide are linked to environmental toxins. This conspicuously high percentage of assignable cancer deaths is even higher in developing countries. Pollution problems threaten the health of 200 million people worldwide.
According to Dr. Stephan Robinson, of Green Cross Switzerland, successful remediation efforts in places that ranked in the top-ten list in 2007 show that the fight against environmental pollution in developing countries can lead to significant health improvements, and even save the lives of people, especially children.
“The results confirm that the elimination of environmental toxins is challenging but not impossible. We need to mobilize the necessary funds and strengthen our commitment in order to act as quickly as possible,” says Robinson.
Nathalie Gysi, Executive Director of Green Cross Switzerland, added: "Bright spots like these should prompt governments to drive the funding of similar measures.”
This year’s report features a new top-10 list, from which locations identified in 2006 and 2007 have been eliminated due to robust remediation solutions, while new places from the ever expanding Toxic Sites Identification Programdata base have been added.
Listed in alphabetical order by country, the 10 most polluted places of 2013 are:
The selection of the 10 most dangerously polluted places is based on several key criteria. Firstly, this year’s top 10 list aims to re-visit the places that were listed among the most polluted in 2006 and 2007 and that haven’t made any significant progress in terms of environmental remediation. These are Dzershinsk and Norilsk, Russia, and Chernobyl, Ukraine, despite in some cases great remediation efforts whose impact will be felt in the coming years. The other places were selected using the Toxic Sites Identification Program, a database that was developed by the Blacksmith Institute in cooperation with the United Nations Industrial Development Organization (UNIDO) and in parts supported by funding from the European Commission, the Asian Development Bank and the World Bank.
The 10 most polluted places have pollution problems to which people are openly exposed. Places with pollutants affecting people through direct inhalation, food intake or skin contact were prioritized. They include lead, cadmium, chrome, oil, pesticides, phenols, mercury, sarin, radionuclides and VOCs. Also prioritized were those places where a large part of the population is affected by pollution problems. Finally, each pollutant was assessed based on information about its toxicity, carcinogenicity and potential health hazards. Information from the “worst pollution” lists of the US Environmental Protection Agency, the World Bank and several non-profit and non-governmental organizations were also taken into consideration.
Since 2007, the yearly environmental toxin reports have been instrumental in increasing public understanding of the health impacts of pollution sources, and in some cases, have even forced cleanup work at these sites. Previous reports have identified the worst toxic threats and the worst pollution problems. And the Environmental Toxin Report 2012 shows that the health impacts of industrial pollutants measured are roughly equal to those of the three major global infectious diseases (AIDS, tuberculosis, malaria).
Blacksmith Institute is an international non-profit organization dedicated to solving life-threatening pollution issues in the developing world. It addresses a critical need to identify and clean up the world's worst polluted places. Blacksmith focuses on places where human health, especially that of women and children, is most at risk. Based in New York, Blacksmith works cooperatively in partnerships that include governments, the international community, NGOs and local agencies to design and implement innovative, low-cost solutions to save lives. Since 1999, Blacksmith has completed over 50 projects; Blacksmith is currently engaged in over 40 projects in 20 countries.
Green Cross Switzerland facilitates overcoming consequential damage caused by industrial and military disasters and the clean-up of contaminated sites from the Cold War period. It focuses on improving the quality of life for people affected by chemical, radioactive and other types of contamination, as well as promoting sustainable development in the spirit of co-operation instead of confrontation.
Green Cross International (GCI), founded by Mikhail Gorbachev, is an independent, charitable non-governmental organization that campaigns through high-level lobbying and local projects to overcome the interlinked global challenges of security, poverty reduction and environmental degradation. Based in Geneva, GCI maintains a growing network of national organizations around the world and is active in more than 30 countries.
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Dr. Stephan Robinson, Green Cross Switzerland
Mobile +41 (0) 79 625 64 67
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Missão do Instituto Árvore da Vida:
Realizar ações e projetos de preservação ambiental e inclusão social, envolvendo o meio ambiente e a cultura. Difundir o conhecimento de técnicas e aplicações de tecnologias e produtos ambientalmente corretos, cursos de educação sócio ambiental e projetos técnicos na área do meio ambiente, preservação e proteção da fauna e flora.
Breve Histórico sobre o Instituto Árvore da Vida:
O Instituto Árvore da Vida é uma OSCIP que tem por objetivo a preservação ambiental e a inclusão social. Teve sua fundação registrada no dia 06 de setembro de 2005. Foi qualificada como OSCIP pelo Ministério da Justiça em 28 de novembro de 2005.
Os integrantes desta entidade acumularam experiências ao longo de uma trajetória de trabalhos vinculados às questões ambientais, sociais e culturais.
No contexto de uma região metropolitana, conturbada com o desequilíbrio ambiental, o caos social e toda a degradação que os grandes centros urbanos oferecem, entendemos que nossa contribuição para um mundo melhor e para o futuro da humanidade é dedicar nossas habilidades intelectuais, artísticas e condições físicas ao desenvolvimento de uma postura reformadora diante destes fatos.
Da união de diversos profissionais capacitados e intencionados, movidos por este propósito, criou-se esta entidade. Acreditando também que o 3° Setor é o fiel da balança de nossos tempos, realizamos este feito, criar uma OSCIP de preservação ambiental e inclusão social.
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Acompanhar a tendência mundial de transformação dos centros urbanos em cidades inteligentes, bem como a busca da sustentabilidade ambiental e econômica faz com que gestores públicos, profissionais, empresas, ONGs e a sociedade de modo geral queiram entender, participar e receber os benefícios de uma cidade inteligente e sustentável.

Chegamos finalmente na questão crucial, o que realmente é uma cidade inteligente sustentável?

Para muitos as cidades inteligentes dispõem de tecnologia a serviço do cidadão, das organizações, de governos, empresas, etc. Não deixa de ser uma verdade, entretanto tal qual o conceito de Inteligência Múltipla aplicada a humanos, o termo cidade inteligente requer um olhar que prestigie a diversidade intrínseca ao tema. São muitos os componentes possíveis à cidade inteligente e para cada olhar e demanda há um formato específico. Será necessário ter acesso ao conceito, aos formatos disponíveis para efetivamente fazer escolhas. O tema sustentabilidade é controverso e na atualidade há de se ter discernimento sobre métodos e modos de operar a sustentabilidade em sistemas urbanos e novamente o conhecimento da diversidade possível dará subsídios para escolhas conscientes desde o cidadão comum aos poderes decisórios na esfera pública e privada.

http://cidadeinteligenteesustentavel.blogspot.com.br/

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I. Realização de Diagnósticos Ambientais.

II. Realização de Estudos de Impacto Ambiental.

III. Execução de Projetos e Implantação de Reflorestamentos.

IV. Execução de Planos de Manejo para Áreas Florestais.

V. Execução de Projetos, Orientação Técnica para Adoção de Praças Públicas.

VI. Desenvolvimento de Projetos Auto-Sustentáveis Ambientalmente.

VII. Execução e Implantação de Projetos Habitacionais Integrados a Projetos de Preservação e Recuperação Ambiental.

VIII. Estudo e Implantação de Soluções Técnicas em Ambientes Urbanos Degradados, Desenho Urbano, Arquiteturas, Sistemas Viários, Sinalizações, Acessos e Circulação de Pedestres, Preservação de Ambientes Urbanos, Intervenções Urbanas Ambientalistas.

IX. Assessoramento e Monitoramento de Projetos de Preservação e Recuperação Ambiental.

X. Desenvolvimento de Estudos, Projetos, Produtos e Metodologias que tenham por objetivo a Preservação

Ambiental ou Recuperação Ambiental.

XI. Desenvolvimento de Programas de Informação (implantação de Rádios Comunitárias e TV Comunitária) junto comunidade com vistas a multiplicar Ações de Preservação e Recuperação Ambiental.

XII. Produção e Publicação de Livros, Revistas, Jornais, Programação Visual (Cartazes, Banners, Outdoors, Brindes, artesanato, utensílios, objetos de arte, vestuário, calçados, bonés, chapéus, bandeiras, brinquedos, artigos de papelaria, alimentos e produtos que utilizem tecnologias que preservem o meio ambiente ou divulguem a preservação e recuperação ambiental).

XIII. Comercialização de Produtos hortifrutigranjeiros que sejam produzidos por programas implantados por esta OSCIP e que obedeçam a uma política preservacionista.

XIV. Implantação de Programas de Educação Ambiental.

XV. Implantação de Programas de Hortas Comunitárias.

XVI. Implantação de Projetos Culturais.

XVII. Defesa do Patrimônio Artístico, Histórico e Cultural.

XVIII. Promover Intercâmbio com Instituições Culturais, mediante convênios que possibilitem Exposições, Reuniões, Espetáculos, Conferências, Debates, Feiras, Projeções Cinematográficas, Festejos e Eventos Populares e Todas as Demais Atividades Ligadas ao Desenvolvimento Artístico e Cultural.

XIX. Realizar Promoções destinadas à Integração Social da População, com vistas à Elevação Cultural e Artística.

XX. Apoio à Preservação do Folclore e suas manifestações.

XXI. Desenvolvimento de Produtos Fitoterápicos.

XXII. Proteção animal e defesa da fauna e flora silvestres

XXIII. Acompanhamento e monitoração de atividades científicas e de estudo, pesquisa e testes com seres vivos, com objetivo de manutenção da ética e respeito pela vida.

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